Normalização

 

A normalização é a atividade que, de forma organizada, viabiliza a elaboração de normas. Consiste em estabelecer disposições comuns e repetidas para enfrentar problemas reais ou potenciais, com o objetivo de promover a otimização e harmonização num determinado contexto.

A normalização abrange a elaboração, edição e implementação de normas e outros documentos normativos, sendo uma atividade orientada pelo mercado e para o mercado.

Importância da Normalização

As normas são um dos instrumentos fundamentais para atingir a qualidade. Desde a sua constituição, o Centro Nacional de Embalagem (CNE) tem desenvolvido uma atividade constante no campo da normalização, contribuindo para o reforço da competitividade e da confiança no setor.

Atividade do CNE na Normalização

  • Participação ativa de peritos em comissões técnicas ligadas ao setor da embalagem;
  • Acompanhamento e participação em trabalhos normativos a nível europeu e internacional;
  • Representação em comités técnicos europeus e internacionais, defendendo os interesses nacionais e contribuindo para o desenvolvimento de normas regionais e globais;
  • Divulgação da atividade normativa no setor da embalagem;
  • Emissão de pareceres técnicos sobre documentos normativos, contribuindo para decisões informadas e melhoria contínua das normas.

Reconhecimento pelo IPQ

O CNE é Organismo de Normalização Setorial (ONS), reconhecido pelo IPQ – Instituto Português da Qualidade, Organismo Nacional de Normalização. Neste âmbito, o CNE faz a gestão da Comissão Técnica CT 60 – “Embalagens”.

Comissão Técnica CT 60 – “Embalagens”

Enquanto Organismo de Normalização Setorial, o CNE presta apoio técnico, administrativo e logístico à CT 60, garantindo o funcionamento eficiente e representativo da comissão.

  • Assegurar que as entidades interessadas estão devidamente representadas na CT;
  • Elaborar normas portuguesas aplicáveis ao setor das embalagens;
  • Traduzir normas elaboradas pelo CEN e pela ISO;
  • Distribuir documentos normativos provenientes do IPQ às entidades participantes;
  • Elaborar pareceres técnicos sobre documentos normativos;
  • Dar apoio logístico às subcomissões da CT;
  • Promover e incentivar a participação de peritos portugueses em reuniões nacionais e internacionais de normalização.